Ano de 2025
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Abril
Sabia que Portugal vai estar na EXPO2025?
O local desta Expo é em Osaka, numa ilha artificial à beira do Mar Interior de Seto. Terá uma área de pavilhão no centro, com água na parte sul e vegetação na parte oeste, como bem se pode ver na fotografia.

Retirada de : https://www.the-expo.org/site/en/2025-osaka#
A Expo 2025 Osaka Kansai será dedicada à vida e à importância das pessoas nas inovações para um futuro melhor, numa sociedade onde todos se sintam protegidos, contrariando a crise global em que nos encontramos, e vai decorrer entre abril e outubro de 2025, no Japão.
Portugal, mantendo o tema escolhido para a nossa EXPO’98, terá um Pavilhão dedicado ao “Oceano, Diálogo Azul” no pressuposto de que queremos, para o futuro da nossa sociedade, sustentabilidade e inovação na proteção dos oceanos e da economia azul. O desenvolvimento sustentável será possível pela conservação da biodiversidade, apesar das dificuldades decorrentes das alterações climáticas, e neste pavilhão serão apresentadas soluções inovadoras para a conservação dos ecossistemas marinhos e o crescimento económico sustentável, que evidenciam a ambição de Portugal em ser líder global em sustentabilidade e preservação ambiental, o que só será possível através da cooperação internacional.
O Pavilhão de Portugal, com uma arquitetura que utilizou redes recicladas e cordas suspensas, terá áreas de exposição, um restaurante, uma loja com produtos em cortiça, burel e vime, e um espaço multiusos para eventos culturais, científicos e empresariais.
O Dia de Portugal na Expo 2025 Osaka será a 5 de maio, que é também o Dia Mundial da Língua Portuguesa e, no Japão, o Dia da Criança. Neste dia, a música, a arte e a arquitetura portuguesas estarão presentes com espetáculos musicais, animações de rua de sensibilização para a importância da reciclagem e a inauguração da Exposição Siza, com trabalhos de Álvaro Siza Vieira.
Apesar de quase dois séculos decorridos desde a primeira exposição universal em 1851, muitas têm sido as exposições mundiais e internacionais que, ao longo deste tempo, têm mantido como objetivo principal que cada país participante tenha oportunidade para promover a sua visibilidade internacional. Portugal, enquanto país que sabe, e quer, que o futuro sustentável da sociedade seja baseado nos oceanos e na relação que os humanos têm com eles, pretende com a sua participação dar a conhecer o talento nacional, atrair investimento estrangeiro e participar em projetos inovadores.
Esta será mais uma exposição, na senda da Convenção de Paris de 1928 (ratificada por Portugal em 1931) que regulamentou que são exposições internacionais as de natureza não comercial, nem de belas-artes, que durem mais de 3 semanas. Esta Convenção também estabeleceu a sua frequência, normas de participação e determinou a criação do Bureau International des
Expositions (BIE), entidade que tem garantido a adaptação das Expo às necessidades das nossas sociedades em constante evolução, apesar das desigualdades socioeconômicas e da necessidade de defesa do Meio Ambiente.
As Expo têm sido plataformas internacionais para educação e desenvolvimento e, nos últimos anos, de acordo com a Declaração do BIE de 1994, estas exposições têm divulgado soluções para os desafios atuais, designadamente a Proteção do Meio Ambiente e o Desenvolvimento Sustentável.
No ACT há documentação sobre a participação de Portugal em algumas feiras internacionais, como é possível ver nos resultados desta pesquisa do termo EXPO.
Rosália Dias Lourenço
Webgrafia
Bureau International des Expositions (2025). Expo 2025 Osaka Kansai.
EXPO 2025 Osaka, Kensai, Japão (2025). Site oficial da Expo 2025 Osaka, Kansai, Japão.
Portugal EXPO2025 (2025). Bem-vindo a Portugal na Expo 2025 em Osaka | Website Oficial.
Portal do Mar, (2025, 20 de janeiro). Portugal realça o Oceano na Expo 2025 Osaka.
Março
Sabia que… existiu um museu em Lisboa chamado Museu Bocage?
Na sua génese o Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MUHNAC) teve um percurso que não foi linear, sobretudo devido às suas muitas valências e administrações que desde o século XVIII, com as ideias iluministas, trazia também esse estranho interesse pela Ciência…
Foquemo-nos na instalação do Museu na então Escola Politécnica de Lisboa, após o Rei D. Pedro V, em 1858, decretar que o Museu de História Natural fosse transferido da Academia Real de Ciências de Lisboa para as instalações da referida Escola, integrando as coleções de Zoologia e Mineralogia, sendo constituídas à época, em duas secções.
É na qualidade de representante da Escola Politécnica de Lisboa que, a 8 de maio de 1858, José Vicente Barbosa du Bocage (1823-1907) toma posse das coleções do então Museu, vindas da Academia Real de Ciências, acompanhadas de um acervo documental pertencentes ao então Museu de História Natural, e que mais tarde viria a ter a designação de Museu Nacional de Lisboa.
Mas quem foi então José Vicente Barbosa du Bocage, nascido no Funchal?
Veio a ser uma figura preponderante no meio científico português da segunda metade do século XIX. Licenciado em Medicina pela Universidade de Coimbra, interessa-se por temas da Zoologia, sendo responsável por identificar, classificar e descrever mais de duas centenas de espécies, tendo iniciado o estudo sistemático de espécies de vertebrados, nomeadamente de faunas ornitológica e herpetológica, destacando-se trabalhos efetuados em Angola e no Congo, realizados por José de Anchieta, entre outros. Foi curador do Museu Nacional de Lisboa, à época parte integrante da Escola Politécnica, tendo-se tornado, sob a sua direção, um museu de referência devido em grande medida ao seu trabalho de organização, classificação e descrição da fauna de Portugal e das então colónias africanas, fazendo com que as suas colaborações internacionais se estendessem ao Museu de História Natural de Paris, tendo também ajudado a fundar a Sociedade de Geografia de Lisboa.
A designação de Museu Nacional de Lisboa é referida em Carta de Lei de 1861 e fixada por decreto, que estabelece o regulamento do Museu no ano seguinte, compreendendo à época duas secções: Zoologia e Mineralogia.
Mas é em 1911, com a reforma do ensino universitário, que a Escola Politécnica passa a então a designar-se Faculdade de Ciências e é integrada na Universidade de Lisboa. É aqui que o Museu Nacional de Lisboa passa a ser um estabelecimento anexo da Faculdade, mas mantendo a sua autonomia administrativa e financeira. Só em 1919 é que são regulamentadas as atribuições dos estabelecimentos anexos às Faculdades, desde laboratórios a museus, onde o Museu Nacional de Lisboa é visado, com as suas, agora, três secções: Zoologia e Antropologia (Museu Bocage) em homenagem a José Vicente Barbosa du Bocage; secção de Botânica e secção Mineralógica e Geológica, sendo cada uma dirigida por um Professor da respetiva área científica e eleitos pelo Conselho da Faculdade.
Depois de definida a clarificação relativamente à autonomia do Museu é em 1926 que, por Decreto, o museu passa a designar-se Museu Nacional de História Natural, passando as anteriores secções a serem formalmente independentes entre si, ficando sob direção dos respetivos professores da especialidade. As secções passam então a designar-se Museu e Jardim Botânico, Museu Mineralógico e Geológico e Museu Zoológico e Antropológico – Museu Bocage, ao qual se anexou também a Estação de Zoologia marítima.
Assim terá permanecido até 1978, mais concretamente até 18 de março, data do incêndio que consumiu as instalações da Faculdade de Ciências, perdendo-se a maior parte do espólio e coleções do Museu.
No Arquivo de Ciência e Tecnologia, no fundo Diário de Lisboa Vida Científica / Ciência, uma página científica dos anos 60 que nos chegou por doação de Beatriz Ruivo, existe um pequeno conjunto de textos e entrevistas sobre o Museu Bocage que terão servido de base a um artigo que não chegou a ser publicado na página e cujo texto se perdeu, mas que ilustra e descreve, ainda que sumariamente, a organização deste Museu nos anos de 1960.
Suzana Oliveira
Webgrafia:
Ceríaco, L. (2014). O “Arquivo Histórico Museu Bocage” e a história da História Natural em Portugal. In M. Alves, A. Cartaxana, A. Correia & L. Lopes (Coord.), Professor Carlos Almaça (1934-2010): Estado da arte em áreas científicas do seu interesse (pp. 329-358). Museu Nacional de História Natural e da Ciência.
Póvoas, L., Lopes, C., Melo, I., Correia A., & Alves, J. (2016). O Museu Nacional de História Natural: Uma história atribulada e uma questão em aberto. Estudos do Quaternário, 14, 105-113.
Quartau, J. A. (2019, janeiro 03). Um retrato de zoologia. Evocações sobre entomologia no Museu Bocage e na Faculdade. Actualidades: Notícias: Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
Fonte:
Ruivo, Beatriz (s.d.). Museu Bocage. (PT/FCT/DLVCC/002/25). Arquivo de Ciência e Tecnologia. Lisboa. Fundação para a Ciência e Tecnologia.
Fevereiro
Ano do centenário de Carlos Paredes (1925 – 2004)
A 16 de fevereiro de 1925 nascia em Coimbra aquele que viria a ser uma referência na música portuguesa e grande impulsionador da Guitarra Portuguesa. Falamos de Carlos Paredes, cujo centenário se assinala este ano.
O Arquivo de Ciência e Tecnologia não quis deixar de assinalar a data, dedicando-lhe um pequeno texto, até porque, no seu percurso de vida, Carlos Paredes tem a “curiosidade” de ter sido Arquivista de radiografias no Hospital de S. José, em Lisboa.
Filho e neto de dois nomes maiores da guitarra portuguesa, tocada e afinada ao estilo de Coimbra, falamos de Artur Paredes (pai) e Gonçalo Paredes (avô). Carlos Paredes começa a tocar com cerca de 9 anos de idade e aos 14 anos acompanhou o pai num programa semanal que este tinha na Emissora Nacional.
No ano de 1934 a família muda-se para Lisboa e Carlos Paredes conclui a instrução primária no Jardim Escola João de Deus vindo a frequentar mais tarde o Liceu Passos Manuel. No seu percurso escolar faz exame para o curso Industrial no Instituto Superior Técnico que chega a frequentar durante um ano.
É então, em 1949, que inicia funções no Hospital de S. José, como arquivista de radiografias, porém, em 1958, e por ter aderido ao Partido Comunista Português, é preso a 26 de setembro dentro do Hospital, tendo sido suspenso de funções no Estado. Foi durante alguns anos delegado de propaganda médica após ter sido libertado pela PIDE em 1959.
Dedica o seu tempo livre à composição musical, produzindo temas para cinema e teatro, destacando-se em 1960 com a banda sonora da curta-metragem de Cândido Costa Pinto «Rendas de Metais Preciosos». Em 1962, a convite do realizador Paulo Rocha, compõe uma das suas obras mais emblemáticas, a banda sonora do filme «Verdes Anos», tendo sido reconhecido pelo seu trabalho.
Mas é em 1971 que grava aquela que viria a ser considerada a sua obra-prima, «Movimento Perpétuo», com vários temas originais onde se inclui esta composição que daria nome ao álbum. Após o 25 de Abril, a música de Carlos Paredes soa nas rádios e na televisão e, em 1975, edita o álbum «É preciso um país» com músicas de sua autoria e poemas de Manuel Alegre.
Carlos Paredes frequentou alguns dos grandes palcos europeus, mudou de editora, deixando a Valentim de Carvalho e passando a trabalhar com a Polygram e edita um álbum gravado ao vivo em Frankfurt com temas inéditos.
Em 1984 faz um dueto com António Vitorino de Almeida editando o disco «Invenções Livres». Ainda no final da década de 1980 edita o álbum «Dialogues» em dueto com o norte americano e contrabaixista de Jazz Charles Haden e tem uma participação especial, no Coliseu dos Recreios, com os Madredeus, cujo álbum foi gravado ao vivo.
Em 1993 dá o seu último concerto na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa, com a sua companheira Luísa Amaro. É neste ano que lhe é diagnosticada uma doença que o impede de tocar.
Em 1992 é agraciado com a comenda da Ordem Militar de Santiago da Espada a 10 de Junho e em 1996 edita o seu último álbum «Na corrente» onde reúne material inédito.
Vem a falecer a 23 de julho de 2004.
As suas influências musicais vinham tanto da música popular portuguesa como do fado de Coimbra, transformando a sua forma original de tocar numa sonoridade muito própria que o distinguia de outros guitarristas de Guitarra Portuguesa.
Faria 100 anos a 16 de fevereiro.
Suzana Oliveira
Webgrafia:
Agência Lusa (2024, 23 de julho). Centenário de nascimento de Carlos Paredes: Ministério da Cultura cria grupo de trabalho para comemorações. Blitz. Expresso
Meloteca (2017). Carlos Paredes, Guitarra.
Museu do Fado (s.d.). Carlos Paredes. Biografia.
Janeiro
Representação de um qubit, a unidade básica de informação de um computador quântico.
Fonte: ISTOCK em Cinco pontos-chave para entender a física quântica.
2025 – Ano internacional da ciência e tecnologia quântica
Se achas que entendes a mecânica quântica é porque, na verdade, não a entendes, Niels Bohr
Para comemorar o centenário da Mecânica Quântica, a Organização das Nações Unidas (ONU) proclamou oficialmente que 2025 fosse o Ano Internacional da Ciência e Tecnologia Quânticas.
Esta decisão foi tomada sob proposta apresentada pelo Conselho Executivo da ONU para a Educação, a Ciência e a Cultura – UNESCO, num trabalho partilhado com a União Internacional de Física Pura e Aplicada, a União Internacional de Química Pura e Aplicada, a União Internacional de Cristalografia e a União Internacional de História e Filosofia da Ciência e Tecnologia.
Todas estas entidades reconhecem a importância da Mecânica Quântica nas aplicações tecnológicas emergentes, das quais, em muito, já depende o nosso dia-a-dia, são elas: Inteligência Artificial (IA); Blockchain; Internet das Coisas (IoT); Biotecnologia; Realidade Aumentada (RA) e Realidade Virtual (RV); Computação Quântica; 5G e Conectividade Avançada; Impressão 3D.
Foi Werner Heisenberg (Prémio Nobel da Física em 1932) que, em 1925, marcou o início formal da Mecânica Quântica. É dele o Princípio da Incerteza, no qual afirmou ser impossível medir com precisão a velocidade e a posição de uma partícula elementar. Quanto maior for a precisão do estudo da posição de uma partícula, mais imprecisão encontraremos no cálculo do seu movimento e vice-versa. Esta máxima também é aplicável à energia e ao tempo, pois quanto mais rigorosa for a medição do tempo num sistema quântico, menos rigorosa será a medição da energia nesse instante e vice-versa.
A Mecânica Quântica, ou Física Quântica, estuda a quantidade indivisível de energia que as partículas elementares têm nos fenómenos do universo que se manifestam na escala atómica e subatómica, nas unidades fundamentais da matéria e da energia – partículas que são fragmentos reduzidos da matéria, mas que, apesar disso, mantêm as propriedades químicas de uma substância intacta.
As partículas subatómicas, também designadas partículas elementares, correspondem a unidades fundamentais da matéria e da energia que é difícil encontrar no estado natural, devido à sua instabilidade, por isso, foram criados aceleradores de partículas que são dispositivos usados para imitar o comportamento natural das partículas subatómicas.
O desenvolvimento da Física Quântica deu-se a partir do conhecimento de que o átomo é um sistema composto por partículas elementares, formado por eletrões que giram em volta de um núcleo atómico, com diferentes estados e energias que formam os fotões. Mais tarde foi comprovado que esse núcleo é composto por partículas ainda menores, denominadas nucleões, com carga positiva ou nula, os protões e os neutrões, constituídos por partículas ainda mais pequenas, os quarks.
A Mecânica Quântica tem esta designação devido a um fenómeno muito conhecido dos físicos – a quantização. Exemplo desse fenómeno é o caso de um eletrão que orbita à volta de um núcleo positivo, a Mecânica Quântica possibilita que essa energia (do eletrão) seja quantizada.
Um dos princípios da Física Quântica, a Dualidade Onda-Partícula, estabelece que determinadas partículas podem comportar-se de duas maneiras diferentes, em simultâneo, enquanto viajam através do espaço. Tanto podem ser partículas com uma posição e propriedades muito bem definidas, como comportar-se como ondas, como se fossem ondulações na água, propagando-se e difundindo-se pelo espaço sem uma localização precisa.
A Sobreposição Quântica é o conceito básico em Computação Quântica, baseia-se no facto de os bits quânticos, as unidades básicas de informação quântica, poderem representar diversos estados em simultâneo. É isto que lhes permite realizar cálculos muito complexos de forma muito mais rápida e eficiente do que os computadores clássicos.
Já o Entrelaçamento Quântico é outro fundamento da Física Quântica, em que determinadas partículas possuem propriedades que as vinculam entre si, o que possibilita que, ao medir uma, se conheça automaticamente o estado da outra, independentemente da distância que as separe.
Por sua vez para compreender a quantização da energia é necessário compreender o modelo quântico do átomo. Proposto por Niels Bohr em 1913, o modelo estipula que os eletrões que se deslocam à volta do núcleo só podem ocupar certos níveis permitidos, as órbitas ou níveis quânticos. Quando um eletrão absorve energia, como a energia proveniente da luz, pode saltar de um nível para outro, superior, e o mesmo sucede quando a perde, descendo para uma órbita inferior. No entanto, os eletrões nunca podem ocupar níveis de energia intermédios, razão pela qual a energia que possuem é sempre proporcional à necessária para transitar de uns níveis para outros. Em Física Quântica, essa quantidade de energia necessária é conhecida como quantum, podendo assim afirmar-se que os sistemas quânticos só podem possuir determinados valores de energia: os quantificados.
Outros conceitos importantes são a função de onda, que na Mecânica Quântica é o estado quântico de um sistema de uma ou mais partículas; o efeito túnel que é um fenómeno no qual as partículas conseguem transpor um estado de energia que por natureza lhes é proibido; a Computação Quântica; a Criptografia Quântica e o Teletransporte Quântico.
Para conhecer algum do contributo dos cientistas portugueses para o estudo da Física de Partículas, desde meados do século XX, consulte o inventário em linha do ACT.
Rosália Dias Lourenço
Webgrafia:
Freire, N. (2024, 14 de fevereiro). Cinco pontos-chave para entender a Física Quântica. National Geograpic Portugal.
O que é: Tecnologias emergentes – Glossário completo. (2024). Aprender estatística fácil.
Siqueira, P. (2020, 3 de julho). Partículas subatômicas, o que são? – Conceito, aplicação e tipos. Grupo Bolha.
Sociedade Brasileira de Física (2024). ONU declara 2025 Ano Internacional da Ciência e Tecnologia Quânticas. SBF.
Sousa, P. (2024, 5 de janeiro). Mecânica Quântica – o que é, importância, conceito e definição. Conceito.de.